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segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Tecnologia na sala de aula

A professora Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida esteve palestrando em Caxias do Sul no início de 2012 e em entrevista a revista Nova Escola ela alerta que o currículo escolar não pode continuar dissociado das novas possibilidades tecnológicas. Segundo a palestrante:
Em um mundo cada vez mais globalizado, utilizar as novas tecnologias de forma integrada ao projeto pedagógico é uma maneira de se aproximar da geração que está nos bancos escolares. 
A professora que sempre defendeu o uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) em sala de aula faz uma ressalva: 
A tecnologia não é um enfeite e o professor precisa compreender em quais situações ela efetivamente ajuda no aprendizado dos alunos. "Sempre pergunto aos que usam a tecnologia em alguma atividade: qual foi a contribuição? O que não poderia ser feito sem a tecnologia? Se ele não consegue identificar claramente, significa que não houve um ganho efetivo", explica.
Em entrevista a revista NOVA ESCOLA, a especialista no uso de novas tecnologias em Educação, formação docente e gestão falou sobre os problemas na formação inicial e continuada dos professores para o uso de TICs e de como integrá-las ao cotidiano escolar. 

Leia o texto na íntegra aqui:


quarta-feira, 12 de setembro de 2012

As IES e os nativos digitais

Você já pensou sobre isso?


"A cultura das redes sociais não é nova. 
Vivemos em rede desde sempre. 
Ela é uma configuração padrão do ser humano ao longo da história. 
O que mudou radicalmente é a forma com que as redes se conectam. 
As novas tecnologias facilitam a comunicação e 
a interação em tempo real e reúnem indivíduos e instituições 
de forma descentralizada e participativa."
Suli de Moura
Achou interessante? Leia o artigo na íntegra aqui:
http://www.cgceducacao.com.br/canal.php?c=4&a=16707&i=0

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Laptops e Educação de Qualidade no Brasil

Em 2011 o profº Juliano Bittencourt, que faz parte da Equipe do LEC/UFRGS, escreveu sobre a utilização de dispositivos móveis na escola e como isso pode contribuir na melhoria da educação do país:

"A mais nova onda em tecnologias para as escolas é a ideia de uma laptop/tablet por criança ou, como usualmente tem se chamado, 1:1 (um pra um). O conceito é relativamente simples: cada criança e professor de uma escola recebe um laptop de baixo custo, o qual mantém consigo todo o tempo, inclusive levando-o para casa.
Entretanto, toda vez que se fala de um laptop por criança, a pergunta que a maioria das pessoas faz é porquê. Por que investir tanto dinheiro em uma iniciativa como essa quando existem tantas outras necessidades nas escolas públicas brasileiras?"


Leia as ideias do profº Juliano em seu blog:
http://www.jbittencourt.com/2011/07/05/laptops-e-educacao-de-qualidade-no-brasil/

OU clique aqui para ter acesso ao texto completo.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Para entender os nativos digitais

O que é preciso saber para educar a geração que já nasceu na era digital? 
Como usar as novas tecnologias da informação e comunicação no ponto de equilíbrio entre o temor e o deslumbramento?

Computadores, internet, videogames e telefones celulares são recursos tecnológicos que ainda assustam grande parte dos adultos. Para as crianças, no entanto, são absolutamente corriqueiros, tal como o telefone e a energia elétrica para a maioria de nós. A necessária relação entre imigrantes digitais (os adultos) e nativos digitais (as crianças) é o tema da edição 28 da Revista Pátio Educação Infantil.

Destaque para a entrevista com Ramon M. Cosenza: Para atender os nativos digitais.
Nascidas em uma época na qual as tecnologias digitais fazem parte do cotidiano, as crianças que hoje frequentam as escolas de educação infantil são muito diferentes daquelas de gerações anteriores e desafiam os educadores a interagir com elas. Cosenza explica de que modo o cérebro vem se adaptando às novidades e quais devem ser os limites de utilização das tecnologias. “Os brinquedos tradicionais não só continuam a ser importantes, como também devem ser incentivados”, afirma.
Leia no link a seguir os principais trechos da entrevista:
http://www.grupoa.com.br/site/revista-patio/artigo/5829/para-atender-os-nativos-digitais.aspx


terça-feira, 14 de agosto de 2012

Educação na era digital

"Os usos das tecnologias influenciaram o modo de pensar e o com­portamento do Homo zappiens. Isso tem importantes repercussões na maneira de aprender e de se relacionar."
Wim Veen e Bem Wrakking

Nós professores, especialmente os que fazem parte do Projeto UCA, estamos vivenciando o fato de que os alunos de hoje demandam novas abordagens e métodos de ensino para que se consi­ga manter a atenção e a motivação na escola. Essas preocupações devem ser abordadas quando consideramos as consequências das mudanças socioeconômicas decorrentes da pre­sença da tecnologia digital em nossa sociedade.

A geração que nasceu do final da década de 1980 em diante tem muitos apelidos, tais como “geração da rede”, “geração digital”, “geração instantânea” e “geração ciber”. Todas essas denominações referem-se a características específicas de seu ambiente ou comportamento. A geração da rede difere de qualquer outra do passado porque cresceu em uma era digital. Chamamos essa geração de Homo zappiens, aparentemente uma nova espécie que atua em uma cultura cibernética global com base na multimídia

Ficou curioso? Leia o artigo Educação na Era Digital, uma adaptação do capítulo 2 do livro Homo zappiens: educando na era digital, de Wim Veen e Bem Wrakking (Artmed, 2009).

Ele está disponível na edição 28 da Revista Pátio e online aqui: www.grupoa.com.br/site/revista-patio/artigo/5824/educacao-na-era-digital.aspx

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Como registrar as aprendizagens

"Somente a partir de uma imagem de criança rica e competente, vista como um sujeito que tem direito de participação, e não apenas necessidades, é possível produzir outros sentidos para a construção de um currículo emergente." 
 Maria Carmen Silveira Barbosa e Susana Beatriz Fernandes 

No artigo Uma ferramenta para educar-se e educar de outro modo, as professoras Maria Carmen Silveira Barbosa e Susana Beatriz Fernandes refletem sobre a relação entre a prática da documentação pedagógica e o modo convencional de fazer e pensar o cotidiano da educação infantil.

A prática de observar e registrar o que fazem as crianças da educação infantil não é algo novo, mas a Itália tem sido uma grande inspiração e a referência mundial no que diz respeito à documentação pedagógica. Além de dar visibilidade ao que acontece na escola, essa abordagem ainda possibilita realizar, analisar e problematizar, de forma pública ou coletiva, aquilo que foi observado e registrado, assim como a inseparabilidade entre o documentado e o processo de planejamento, a definição do currículo, a escolha das atividades, a participação das crianças e das famílias no processo de documentação.

Leia mais sobre essa experiência aqui: http://www.grupoa.com.br/site/revista-patio/artigo/6243/uma-ferramenta-para-educar-se-e-educar-de-outro-modo.aspx

Imagem em 

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Somos professores edumáticos?

“É preciso ajudar os professores a desenvolver novas práticas educativas que não estão centradas na tecnologia, mas no processo de aprendizado do aluno usando tecnologia."
Eugenio Severin


No Brasil, quem é especialista em educação e comunicação é conhecido por educomunicador. Mas quando a relação é educação e informática? Em alguns países da América Latina, os profissionais desta área já têm nome, são chamados de edumáticos. 

Nós, professores do UCA somos de certa forma edumáticos, já que estamos pesquisando e desenvolvendo metodologias inovadoras no ensino a partir do uso de novas tecnologias.

A ideia é conhecer temas teóricos como pedagogia e teoria de aprendizagem na educação, além de entender a gestão e inovação educativa, trabalhando planejamento e criação de materiais educativos multimídia.

Ficou interessado pelo assunto? Leia mais nos links abaixo:

>> Cursos fora do Brasil oferecem especialização em edumática, campo de atuação que desenvolve metodologias inovadoras no ensino a partir do uso de novas tecnologias

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-08-05/mestrados-na-america-latina-formam-professores-em-tecnologia.html

>> Professor não pode concorrer com a internet
Para especialistas, o apresentador de informações vai desaparecer, mas o educador que vai além delas é cada vez mais necessário

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-04-24/professor-nao-pode-concorrer-com-a-internet.html

>> Jornalista lança livro sobre projeto de comunicação em escola
Educador trabalha há 10 anos em escola de são Paulo com curso que discute a mídia e relata experiência e metodologia de ensino

http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/jornalista-lanca-livro-sobre-projeto-de-comunicacao-em-escola/n1597740358250.html

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Guia de Tecnologia na Educação


Você quer saber como as tecnologias podem deixar as aulas da sua escola ainda mais interessantes? 

O “Guia de Tecnologia na Educação” da revista Nova Escola traz um passo a passo completo para quem quer aproveitar o que há de mais útil em tecnologia no ensino de todas as disciplinas.

A publicação apresenta dicas de 20 especialistas no assunto, mostra 40 ferramentas gratuitas e muito úteis para todas as disciplinas e ainda conta as histórias de quem já usa a tecnologia dentro e fora da sala de aula com sucesso.Vale a inspiração!

Confira material EXTRA exclusivo online aqui: http://revistaescola.abril.com.br/edicoes-especiais/053.shtml

E assista ao vídeo apresentando a revista e como utilizá-la no seu tablet:


sábado, 4 de agosto de 2012

Cartilha "Tecnologias na escola"

 Precisa de ideias sobre como utilizar os recursos tecnológicos nas suas aulas?

O Instituto Claro lançou uma cartilha com esse objetivo: ajudar nós educadores a repensarmos o formato tradicional da educação, usando nesse processo as ferramentas digitais. De forma clara e direta, o educador tem acesso aos principais programas e aplicativos disponíveis na rede que podem facilitar o uso da tecnologia no processo de educação.

Carlos Seabra, consultor e coordenador de projetos de tecnologia educacional e redes sociais e autor de diversos artigos, softwares e sites educacionais sobre o tema, incluindo a cartilha afirma que:
 “Para um professor ensinar a ler, ele precisa saber ler. Para ensinar a escrever também. Com a tecnologia não é diferente”.
Nesse ponto o consultor é categórico: o docente só conseguirá atrair seus alunos se conseguir entendê-los, mas, para isso acontecer, precisa compreender as novas tecnologias.

A cartilha publicada pelo Instituto Claro traz, além da discussão teórica, exemplos práticos e dicas de aplicativos a serem usados no dia dia. Para facilitar sua utilização, a cartilha “Tecnologias na escola” foi dividida em dez temas: navegação, comunicação, vídeo, som, imagens, blogs, textos e planilhas, mapas, redes sociais e jogos e simulações.

Conheça um pouco do material através do vídeo abaixo:


E acesse a Cartilha Tecnologias na escola na íntegra clicando aqui: https://www.institutoclaro.org.br/banco_arquivos/Cartilha.pdf

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Dica de leitura



Dica da professora Carla Beatris Valentini: 

Boletín 3 de IBERTIC: Instituto Iberoamericano de TIC y Educación de la OEI



Destaque da edição:

Una computadora por alumno - Juan Carlos Tedesco

En los últimos años, gobiernos de diferentes países iberoamericanos han promovido programas destinados a universalizar el acceso a las tecnologías de la información a través de estrategias basadas en la idea de una laptop por alumno. La idea original de N. Negroponte difundida a través del Proyecto One Laptop per Child (OLPC) fue enriquecida a través de alternativas diferentes, tanto desde el punto de vista tecnológico como político-educativo. Actualmente, el Plan Ceibal en Uruguay, el Proyecto Magallanes en Portugal, el Proyecto Conectar Igualdad en Argentina, son algunos de los programas más significativos por su cobertura nacional y la escala en la cual se desarrollan. Además de estos programas, también existen otros de carácter local, que han adoptado la misma dirección. En algunos casos la distribución se concentra en alumnos de escuela primaria y en otros en la secundaria.
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